{Ninguém é herói para o seu criado de quarto}
Sexta-feira, Fevereiro 28, 2003
 
Acho q o meu fantas report está cá. Hoje não havia luz nas ruas da Ericeira e andei de elevador.

Quinta-feira, Fevereiro 27, 2003
 
Fantas report ou “os bons, os maus e o vilão”

No Porto os bolos mil-folhas só têm quinhentas folhas, não existem muitas passadeiras e podemos ouvir música acústica à porta do Via Catarina.

Sexta 21/02
13 Campanadas – Xavier Villaverde. Um objecto lastimável de “nuetros hermanos” com a participação simbólica do Diogo Infante. A mãe do protagonista (que parece ter sido rejeitado no casting da série “Riscos”) avisa-o, no inicio do filme, de que “esto es una trampa!!”. Não podia ter mais razão. (2/10)

Adaptation – Spike Jonze. Um argumento brilhante e labiríntico não chega para esconder a ausência de momentos arrebatadores que abundavam em “Being John Malkovich”. (7/10)

Sábado 22/02
28 days later – Danny Boyle. O melhor filme a que assisti no festival. Um híbrido de géneros quase perfeito na sua abordagem do medo. A melhor banda-sonora também pertence a este filme. (9/10)

Deathwatch – Michael Basset. O Billy Elliot ainda não ultrapassou a puberdade nesta mescla de indecisões e ideias mal definidas. (3/10)

Secretary – Steven Shainberg. Um “Happiness” sado-maso e uma actriz principal a ter debaixo de olho. (7/10)

Domingo 23/02

Dog Soldiers – Neil Marshall. “Gore” de primeira apanha num duelo frenético entre homens de barba rija e lobisomens. Merece o prémio Ed Wood. (4/10)

Below – David Twohy. Sub-produto de um sub-género amaldiçoado de cinema: filmes sobre submarinos. (3/10)

Toy Love – Harry Sinclair. “Kiwi pie”: cheio de situações previsiveis, mas com alguns novos valores a ter conta. E a Chlo é boa. (5/10)

Segunda Feira 24/02

Snake of June –Shynia Tsukamoto. Muito bem conseguido a nível formal e de encher o olho. Há quem possa discordar. Foi recebido com aplausos e gestos obscenos pelo público após a sua projecção. (6/10)

L.I.E. – Michael Cuesta. Um “indie” muito inspirado por Larry Clark (“Kids”). Dá que pensar e tem um potencial novo River Phoenix. Estive com gases durante a sua exibição. (6/10)

The Gathering – Brian Gilbert. O carisma de Christina Ricci não chega para levar este registo secundário a bom porto. Uma intriga religiosa pouco convincente e algumas sequências menos credíveis valeram-lhe risos da parte da plateia do Grande Auditório. (4/10)

Terça Feira 25/02

Elysium – Jae Woong Kwon. Filme de animação que mais parece a apresentação de um jogo prolongada. Narrativa completamente banal, “comic relief” que chega a ser embaraçoso e, provavelmente, das piores coisas a que já vi em cinema. É com toda a certeza o pior filme animado que já vi. A nódoa do festival. (0/10)

Tattoo – Robert Schwentke. O clone alemão defeituoso de “Seven” (ao ponto de se ter a ousadia de “roubar”, sem quaisquer reservas, a famosa cena do caixote com uma mensagem do serial-killer). No lugar dos pecados temos tatuagens. Mais de hora e meia de pura idiotice, exceptuando algumas sequências que mostram alguma criatividade. (1/10)

Nogo – Hibler / Ertl . Francamente já não tenho muita paciência para a fórmula das três histórias com um ponto em comum (neste caso, uma bomba de gasolina). Começa bem, tropeça pelo meio e recupera algum fôlego perto do final. Com outro tratamento poderia vir a ser uma agradável surpresa. (4/10)

Bug – O espírito “indie” e uma série de “gags” conseguidos conferem a este mosaico de personagens unidas pelo acaso um tom agradável com o qual é muito fácil simpatizar e que nos deixa satisfeitos ao abandonar a sala. O melhor genérico e um par de situações hilariantes são mais valias a ter em conta. Posso estar enganado, mas pareceu-me o “sleeper” deste festival. (7/10)

The Last Minute – Stephen Norrigton. Apanhou-me de surpresa e parece-me ser o filme mais inovador e energético a que assisti no Fantas. Algures entre a bizarria e o non-sense, merece ser visto uma segunda vez (até porque não estava legendado). Reunirá o seu culto com o tempo, nem que seja pelas sua faceta mais excêntrica. Há muito sangue novo por aqui. O ovni. (6/10)

No regresso o comboio teve uma avaria que exigia muita compreensão.

(Este é apenas a minha opinião, espero comentários, afrontas e ameaças de morte)

 
1910 Fruitgum Co. é assim o nome oficial.

Now clap your hands in the air...

Sexta-feira, Fevereiro 21, 2003
 
Não deve figurar no World Guinness of Blog Records, mas o Ludvico sempre aparece. O Porto é um deserto para mim. Lisboa estival uma miragem cada vez mais próxima. Divirtam-se todos porque o anfitrião da cidade invicta fica por cá! Sejam muito felizes.

 
"Eu já estive quase morto no deserto / e o Porto aqui tão perto"

"Eat me shorts Kerouac" com sotaque Cockney ou Mel Gibson, tinha muito mais andamento. Não devias ter corrigido.
Esse record é meu, uns 30 ou mais num dia muito mau.
Bom Porto, Miguelito.

Quinta-feira, Fevereiro 20, 2003
 
7 (ou 6 descontando o repetido) post consecutivos da minha autoria? Tenho o record do quarto ou não? Sinto-me solitário e titânico ao mesmo tempo. Who's the man?

 
Amanhã lá vou eu. Despertar às 6 da manhã e ir ter com a Liliana até à Achada para apanhar boleia até Lisboa. É mais uns trocos que poupo nesta aventura. Sei que me vai custar a adormecer hoje porque fico sempre um pouco empolgado nos dias anteriores a viagens, desde que impliquem não dormir na mesma cama no dia seguinte. Vou com pica para ver o “Adaptation” na abertura e a partir dai dou sempre preferência aos filmes em competição, tentando sempre evitar as “espanholadas” que se encontram legendadas em espanhol. Gosto é de molho “à espanhola” nos carapaus. Também não vou muito com o tipo de “gore” que chega aos festivais, porque me parece ser feito com pouca sinceridade e para provocar riso voluntário. E para mim o "gore" não tem nada a ver com isso. Ver "Massacre no Texas". Até breve Blog. Até Domingo amigos. Lá estarei à vossa espera em Campanhã, provavelmente a fazer alguma figura triste.

 
Volto atrás nas minhas palavras. N resisto a partilhar com vcs mais um momento delicioso de televisão. Numa reportagem sobre tatuagens transmitida pela Sic surge um jovem com pinta de "wanna be" que tatua no braço direito o símbolo do Marylin Manson e as palavras "straight edge". Sem comentários.

Quarta-feira, Fevereiro 19, 2003
 
Recuso-me a dizer mais alguma coisa de relevante neste quarto. Preciso de interactividade. 4º post consecutivo? Daqui pouco pareço o Mário Viegas, não?

Eat me shorts Kerouac... (deve ser lido: "Eat my shorts Kerouac!!Ya!!)

 
Recuso-me a dizer mais alguma coisa de relevante neste quarto. Preciso de interactividade. 4º post consecutivo? Daqui pouco pareço o Mário Viegas, não?

Eat me shorts Kerouac... (deve ser lido: "Eat my shorts Kerouac!!Ya!!)

Terça-feira, Fevereiro 18, 2003
 
A Andreia gostou do Box-set dos Air.
Gostei muito da história da manta.
Boa sorte a todos na recta final de exames.

 
A minha viagem ao Porto para assistir ao festival vai-se enquadrar numa filosofia muito beat. Vou viajar em 2ª classe na ida e volta. Tenho estadia e meia-pensão no centro da cidade invicta. Um casal de pessoas próximas à família terão a gentileza de me proporcionar um quartinho, uma refeição sem carne (eu não me importo de comer só o acompanhamento se for carne) e posso brincar com a cadela que é filha do meu casal lá de casa. Levo pilhas suficientes para os dias em q lá estarei (pq levo discman em vez de mp3) e um livro por iniciar, já que o ano passado acabei o livro que lia ("Clockwork orange" do Burguess) na viagem de ida e desesperei por comprar outro. Quando isto acontece as revistas e jornais são a metadona para o "cavalo" que é o livro. E agora vem a melhor parte e razão deste meu post: ganhei um livre trânsito para o Fantasporto deste ano no Blitz!!!! Yeah!!! Tou todo babado. Foi o Danny Boyle e o José Rodrigues dos Santos que me deram este passe. Por isso o único dinheiro que vou gastar é em comes e bebes e transportes. Se o livre trânsito não for personalizado ainda recupero alguns trocos depois de vendê-lo. É claro que depois surge uma ou outra despesa, um luxozinho, mas vou fazer esta tripe de maneira bem moderada. E o melhor disto tudo é este ano contar com a companhia dos meus amiguinhos. Eat me shorts Kerouac...

Sei q isto pode ter soado um pouco burguês e espero que nos encontremos todos lá por cima. Vá lá...

Segunda-feira, Fevereiro 17, 2003
 
Não sei se conhecem a série de animação “Robin”, mas de certeza que conhecem o teledisco “Paranoid android” dos Radiohead que contava com a mesma figura animada da série em questão. O Robin vive no tédio, mas acaba sempre por acontecer qualquer coisa de excitante a partir da imaginação do boneco de gorro azul.

Acordo perto das 13. Como os meus Clusters de chocolate a ver os extras do”Forrest Gump”. A terceira vez que vou ao pacote de cereais é sempre a pior, porque já não tem tantas pepitas brancas. Volto a adormecer ao som de Slamo e Mr.Bungle o que não me deve fazer muito bem à cabeça. Volto à sala para ver os extras do “Mulholland drv.” e fico a pensar mais uma vez: “Obra ou fraude?”. Isto enquanto como cavala com batata cozida. Enquanto me visto para ir com o cão à rua oiço os Joy Division e atrofio mais um bocadinho. Não recebo mensagens e vou perdendo tempo a fazer desenhos.

E depois?! Vejam o “Robin” na Locomotion.

 
nocturama

Domingo, Fevereiro 16, 2003
 
A minha cachopa sabe a chocolate
Só a dormir é que diz disparates
Falta ao respeito com uma gargalhada
Fala de nada e de tudo
Deixa-me embasbacado e mudo


 
Uma vez, pelo Natal, eu e os meus irmão demos uma manta ao meu avô. Descobri que, no Inverno, ele a põe pela cabeça e dorme com ela e quando sai para algum lado, ele diz: É melhor levar os meus netos para me aquecer...

Sábado, Fevereiro 15, 2003
 
Vá lá...

Sexta-feira, Fevereiro 14, 2003
 
Neste dia dos namorados, quero mesmo dizer uma coisa: gosto de cada um de vocês, amiguinhos, e sinto a vossa falta.

E agora uma suplica baixinho para a ana e para a liliana: venham ao fantasporto, vá lá...

 
liliana, não é bem a mm pergunta do ano passado.

a pergunta do ano passado era: Alguém me pode arranjar uma namorada para amanhã?; e a pergunta deste ano foi: Alguém me pode arrnjar uma namorada para hoje?
em relação ao ano passado estive um pouco mais optimista nas minhas capacidades, mas constatando à ultima da hora o meu falhanço, reslvi pedir ajuda. :)

 
Ya, tb n gosto de andar com o scroll para ler os posts. Em relação aos Air, estou p ver com que cara eu vou dar os cds d Air à Andreia amanhã depois do que li por aqui. Ainda n os vi ao vivo e para mim são bons. ;)

 
Reencarnação, o desfile e “blue valentine”

É incrível o número de coisas que transportamos da infância como sendo verdadeiras. Quando tinha uns 11 anos, morreu-me um amigo chamado Américo. Não me lembro se chegava mesmo a ser meu amigo, mas sei que andava no mesmo autocarro do que eu e que era matreiro nas suas partidas à vigilante desse transporte. Uns tempos depois, juntamente com dois ou três amigos do colégio, esperávamos por alguém no Jogo da Bola (a mais famosa praça da Ericeira), quando surgiu um cão que se aproximou de nós e não nos largou durante algum tempo. O Jorge, convicto, disse qualquer coisa como: “É pá! Este cão está há bué aqui ao pé de nós. E já repararam que ele só vem ter connosco? Pode ser o Américo...”. O curioso é que, desde ai e a cada vez que um cão vadio me persegue durante um longo período de tempo, não sou capaz de demarcar o meu pensamento do que ouvi há mais de 10 anos da boca daquele meu colega. Na altura pensei: o Jorge é protestante, ele deve acreditar nisso porque é protestante. Eu próprio tive uma educação religiosa católica e protestante, em porções iguais, por parte dos meus pais e bisavó paterna, respectivamente. Ontem, o cão de que falava num post anterior, perseguiu-me como um M gravado nas minhas costas, entrou na minha garagem e fez-me companhia até casa. Hoje não creio na reencarnação, mas ao desmarcar-me do “rafeiro” fiquei com a sensação de que ele ficou à minha porta à minha espera.

O sonho da noite anterior já corresponde a um padrão e tem um formato muito próprio. Uma rubrica do subconsciente a que posso chamar de “desfile de amizades e outros convivas”. Limitado a um espaço fechado tento acabar uma espécie de teste e convencer alguém de que tenho comigo notas de 500 euros. Nem sei se existem. Conheço todos os que me rodeiam. Depois disso vou para um corredor com umas janelas na companhia de alguém que prefiro não identificar, chamemos-lhe Horácio. Ele diz-me para abrir depressa a persiana e assim o fiz. Depressa chega uma carrinha e começam a atirar barras de haxixe pela janela a dentro. O intermediário deste tráfico é um dos três irmãos de um rapaz que me batia na escola Primária. Eles são todos iguais. é ver para crer. Fiquei atrapalhado ao lidar com a situação e depois só me recordo de ver o tal desfile de uma série de pessoas com quem já não estou há algum tempo.

Ah! Hoje é dia de S. Valentim. Parabéns a todos os que têm alguém com quem partilhar este bonito dia. Vou fazer um esforço enorme para não pensar em ti durante todo o dia. Agora adoptei aquela atitude de quem já não quer saber de nada. Represento mal esse papel e pareço o Mel Gibson quando se esquece do sotaque escocês no “Braveheart”, eu esqueço-me de que tenho de parecer frio em todas as minhas manifestações para contigo. Recebo uma sms tua às 11 da manhã com um tom querido e que soava a um convite “come as you are” para almoçar na faculdade. Por momentos deixo cair a máscara e respondo numa msg que parece ter sido escrita há 4 meses. Perdoa-me a associação a esta data e algumas dúvidas, mas era a brincar não era? É nestes dias que a voz e palavras do Frank Black me parecem ser mesmo a banda sonora mais adequada à minha vida.

 
O nosso blog está com problemas de formatação. alguém podia resolver isso? é que para ler os posts tenho que andar com o scroll da esquerda para a direita e vice versa. É um bocado chato.

 
Faz hoje três anos que me inscrevi na carta pela primeira vez. Ao menos assim sempre tenho algo para celebrar neste dia.

(NOTA - "primeira" porque como não ia às aulas passou de prazo e tive de renovar ao fim de dois anos)

 
Sérgio já o ano passado perguntaste isso.
Será que agora que és um homem decidido não consegues arranjar uma sozinho? ;o)

 
As pessoas cansam-nos quando são um hábito. Tornam-se cinzentas, mesmo sem quererem, mesmo sem querermos.

 
Um dia tudo será perfeito: um amor, um amigo, um jantar, uma música, uma conversa, um filme, um martini, um livro...e a noite.

Às vezes olhas-me como quem está desiludido. Comigo. Tudo se passa entre a ilusão e a realidade. Nos entrestícios fica a fascinação que tinhas por mim quando nasci na tua vida. Morreu. A paixão acaba onde talvez nunca tenha rompido. Ontem tudo pareceu igual. Ontem fui a pessoa vulgar que imaginaste que não era. Sonhei contigo. Estás presente mas... sequei por dentro. Não há paixão, não há amor. É tarde demais, é cedo demais. Resta o que não sei explicar, o que não compreendo. Afectos. Gosto de quando falam em afectos. O que não conseguimos explicar quando gostamos de alguém que é mais que um amigo. Sentimos afecto... Um beijo.

 
alguém me arranja uma namorada para hoje?

 
yo soy un disko quebrado
yo tengo chiclet en cerebro

 
que aborrecimento.

 
Bien Liliana. Trés bien...
Setúbal? Je pensais à la Pollinaise! Ou au Québec... Tu m'as menti?
Bisous, ma chére ;-)

 
Os air nem são maus, são só uma merda ao vivo. Desculpa sérgio, mas se não gostas, devolve-me o meu virgin suicides ;-)

 
temos que fazer aquele jogo do allmusic todos juntos. com apostas e tudo! podemos apostar pasteis de nata e bolos de arroz para ver quem é que chega de john cage até ricky martin em menos links.
isso é que era!

 
"They may be drinkers, but they're also human beings"

Ah, que saudades! Just a perfect day...

Quinta-feira, Fevereiro 13, 2003
 
istodeescreverassimconfundeaspessoas.nseiseelavaigostardaprenda.escreveroqmevemACabeçatemmuitodebeateachoqokerou
a´ckáescreveyassimnemvouemendaroserros.hojeentrouumcãonaminhagaragemeeumandei-oembria.hojejogueimonopólioefoiatroaiçoadopelobalakovqsejuntouam~ea.touaatrofiaraoescreverassimmasamanhãvouacordarec
omerclustersavero"delfim".Queminiciouestabrincadeirajádevetervistomuitosin-laysdealbumsdosradioheadeapostoqporestaaltrajánin´guémestáaleroqescrevo."yeasterdayIwokeuposuckongalemon".osoulseek
reactivouetouasacaronovodecalexico.okanadepoisempresto.dinossaurosnatveopiriquitomalpia.hojeentrouumcãonaminhagaragem.




Boco.Chancra.Gonçalvinhos.A-da-perra.Bababooey...
"#$(%"#%/()%/!!#(%/!#% xixi-cócó aniki-bóbó



Se o lupin der um tiro, juro q dou um biscoito ao simba.N entro n teu quarto pq a tua mãe n gosta.Gu-gu-dá-dá




"They may be drinkers, but they're also human beings"

 
avenidadebernagulbenkianpraçadeespanhaponte25deabrilemdireccçãosulsulsulsulsulsulsulsultubalsultubalsutulbalsutulbasutualbalsetulbal SETúBAL

 
avinida=avenida
glubenkian=gulbenkian
istanbul=istambul
constantimopla=constantinopla
espírituais=espirituais

;o)


 
miguel, gostava de te tranquilizar em ralação aos Air, mas a verdade é que, depois de ter gostado deles ,vim a achar que eles, afinal, são uma fraude.

 
avinidadebernaglubenkianpraçadeespanhaponte25deabrila1direccçãosulsulsulsul
marrocosouissovamosmasétodosviverparaistanbulissoéqueeraouentãoparaconstantimoplaseissofosseaindapossível
podiamosirparaotibeteouparaaíndiaetornavamo-nostodosseresmaisespírituaiseempazcomanaturezapoucomeimp
ortaafinaldecontasqueospaceshuttlesetenhadesfeitoempóesobretudoachograçaàformacomoseestáadesenharano
vaordeminternacionalvivelafrance!masomelhoreopiorpoisé

 
pernas blog



siMples ou complexo
sparklehorse crÒnicas ###


_ sono

praia Dos coxos «««»»»



rEmicade //

dinheiro £££€€€

CIneMA
fantasporto



















Quarta-feira, Fevereiro 12, 2003
 
Hoje sonhei q tinha visto a trailer do novo "Matrix". Tinha uns vilões que voavam e n aparecia um único actor conhecido. Depois sonhei que estava a dormir c 3 amigas e um amigo. Uma dessas amigas já me despedaçou o coração. Estavamos todos muito serenos e n pensei em nada d mal, pq nada de mal se passou no meu sonho (ou pesadelo).

Trivialidade: Ando hipnotizado pelas formas que se escondem por detrás das letras que passam na RTP 1 em rodapé. Cago nas letras, mas fico 10 minutos a olhar p aquilo.
Exorcismo do dia: Estou nervoso quanto à hipótese de uma amiga minha n gostar dos Air. Tenho um box-set deles como prenda p o seu aniversário. Se gostar, fica c grande parte do trabalho deles. Se não gostar, mora a 2 estações d metro dos Anjos.

Alguém tem DVDs da Criterion p vender? (Ya ana, n tenho conseguido dormir. ;) )


Terça-feira, Fevereiro 11, 2003
 
ela disse:
pior do q uma vaca fria

só uma vaca fria q telefona

 
new kid on the blog

 
O meu amigo era o Gonçalo. yá. Pina.
;-) ?

 
o mundo
também




não

























partilha comigo.





 
hoje lembrei-me de dois sonhos.

o primeiro era acerca de um concerto que havia numa garagem, mas exactamente no mm sitio da escola primaria. haviam varias bandas mas só me lembro de uma. era uma banda em que um amigo da ana era gitarrista. era uma cena indie-rock e faziam uns solos muito bons, assim do tipo velvet underground. e eu lembrome que estava sentado numa escadas ao lado da marcela a vê-los e estava a gostar. tb lá estavam o joão, a ana, a madalena e o candido. e dpois saimos a meio de uma banda chata, havia um problema qq. e dpois acordei e tive q ir mijar. na volta foi por isso que tinha q bazar do concerto.

o segundo passava-se em mem martins misturado com o jardim da glubenkian. e basicamente o mais significativo foi a queda de uma espécie de torre de babel misturada com world trade center. ainda misturado com arquitectura sub urbana portuguesa de fraco gosto.
e apareceu uma sra aqui da aldeia que eu já não falo há anos, sem que eu perceba pq. e havia alguém sentado ao meu lado no muro da glubenkian de mem martins. acho que era boa companhia, mas n me lembro bem.
e dps tocou a merda do despertador.

 
Girl You Know It's True
Artist Milli Vanilli
Album Title Girl You Know It's True
Date of Release 1989 (release)
AMG Rating
Genre Rock
Styles Dance-Pop, Euro-Dance
Time 43:27
Library View Click here to see this album in MARC format
Charts & Awards Click here for Billboard Chart Positions & GRAMMY Awards

A wise man, perhaps Giorgio Moroder (or maybe PT Barnum — they all run together after awhile), once said that it was possible to fool all the people all the time (or words to that effect), and if he was around in 1990, he would have used Milli Vanilli's multi-platinum, Grammy-winning, number one debut album Girl You Know It's True as proof. Hell, anybody would use Girl You Know It's True as proof, since the pretty boys that purported to be Milli Vanilli — that would be Rob and Fab, the good-looking, ridiculously dread-locked models on the cover — didn't sing on the records. They weren't in the studio during recording, either; they just came in for photo sessions, videos, concerts, and award ceremonies. Anytime Milli Vanilli had to be before the cameras, there they were, since producer/songwriter/musician/all-around mastermind and mad genius Frank Farian knew damn well that nobody would want to buy the record after seeing him or the middle-aged studio vocalists that sang on the records. So, he did what any self-respecting Euro-dance producer would do — made his record the best he could, then got somebody to act as frontmen.
Farian wasn't doing something unprecedented here, since there have been many acts throughout Europop history that either didn't sing or didn't sing well, they were just figureheads. The problem is, he did this at a time when acts were more visible than they ever were. Ironically, at the end of the '80s, MTV changed the rules for mainstream pop, putting the emphasis on image and overall package, to the extent that major artists lip-synched in concert so they could deliver better dance routines. So, it really wasn't that extreme to have a group with two faces — one to make the music, one to market it. And, face it, the fluffy dance-pop and slick ballads on Girl You Know It's True were of its time, hardly far removed from that of such peers as Paula Abdul, Debbie Gibson, or even the more substantive Janet Jackson. Audiences enjoyed the sound and the look, the entire package of Milli Vanilli. Until they found out that Rob and Fab weren't really singing, that is.

Sometime after Milli Vanilli unbelievably won the Grammy for Best New Artist — really, who voted in all seriousness for Europop this silly as Best New Artist — Rob and Fab got a little pompous, so some journalists decided to take them down a peg, discovering that the duo were simply models. As soon as the news spread, America was shocked — shocked, I tell you, shocked! — that those pretty German boys weren't actually soulfully singing in flawless English on those impeccably constructed dance tracks, and immediately shunned the duo, burning the records in some cases. Which is sort of like gazing longingly at a Playboy centerfold and then being so horrified when you learn the photo is airbrushed, you lose all interest in sex.


 
Depois de uma pesquisa no site allmusic.com (em que eu cheguei a Jennifer Lopez em 5 links a partir dos Radiohead e o Sérgio chegou a Mariah Carey em apenas 4 a partir dos Sonic Youth) e ainda...

SONIC YOUTH > CICCONE YOUTH > MADONNA > BACKSTREET BOYS > BRITNEY SPEARS

o Sérgio descobriu esta pérola da música popular. "Uma epopeia de fracassos", declarou o seu descobridor:

Milli Vanilli. The mere mention of the name still calls up the same derision it did when the dance-pop duo's career came to a sudden and ignominious end: Fakers. Frauds. A blatant marketing scam. Their story has been retold countless times: after selling millions of records, Rob Pilatus and Fabrice Morvan were revealed to be models who publicly lip-synced to tracks recorded by anonymous studio vocalists. They became the first act ever stripped of a Grammy award and came to symbolize everything people disliked about dance-pop: it was so faceless that every musician involved could remain anonymous without anyone knowing the difference, so mechanical and artificial that the people who constructed it had to hire models to give it any human appeal, so pandering and superficial that people bought it just for its attachment to a pretty face. Whether that assessment was fair or not, it was beyond easy to hold Milli Vanilli in contempt. Yet for all the scapegoating, they were far from the only dance-pop act to be fronted by lip-syncers in the late '80s (the Martha Wash-voiced Black Box and C+C Music Factory spring to mind), nor were they the only Europop act to employ similar marketing tactics. (They were simply the most successful and visible, since their incorporation of rap made them more appealing to Americans.) What's more, pop music had a long tradition of hits recorded by anonymous studio musicians, dating back to '50s instrumental combos and '60s bubblegum. Milli Vanilli had the bad luck to get caught in a hoax during the extraordinarily image-conscious MTV era and a time when dance music of any stripe was accorded virtually no critical respect anyway, before its producers were perceived as the real creative points of focus. It's not as though Milli Vanilli were acclaimed for their honesty of expression before the scandal broke; it's more likely that what fueled the backlash was public resentment over Rob and Fab's celebrity (why should they be famous if they couldn't sing?) and embarrassment over the fact that Milli Vanilli's marketing had worked like a charm on everyone right up through the Grammy committee.
Milli Vanilli was the brainchild of German producer Frank Farian, who'd previously masterminded the European disco group Boney M. and the session-musician rock outfit Far Corporation. Seeking to fuse European dance-pop with elements of American rap, Farian assembled a number of session musicians and vocalists, including rapper Charles Shaw (an Army veteran) and two middle-aged American singers living in Germany, Johnny Davis and Brad Howell (some accounts give his name as Howe). Realizing that he had a marketable record but a distinctly unmarketable image, Farian hired two aspiring models and former breakdancers, Rob Pilatus and Fabrice Morvan, to pretend to be the group in videos, concerts, interviews, and the like. Pilatus had been born in New York in 1965, but grew up in Munich, spending some time in an orphanage after his parents (an American soldier and German stripper) gave him up for adoption. Morvan was born in 1966 on the island of Guadeloupe, lived in Miami for a time, and moved with his mother to Paris; he had been a skilled trampoline athlete until he suffered a neck injury in a fall. Both skilled dancers, the two had met sometime circa 1984 (differing accounts list their meeting place as Munich, Paris, or Los Angeles) and were attempting to make it as singers, dancers, models, or whatever they could. Their exotic look and long dreadlock extensions were just what Farian was looking for.

Milli Vanilli's first album, All or Nothing, was released in Europe in 1988 and was an instant success. Retitled Girl You Know It's True (after the lead single) and trimmed a bit, the record was issued in the U.S. in early 1989. Its catchy, lightweight pop-rap proved equally popular with American audiences; "Girl You Know It's True" raced up the pop charts to number two, and the next three Milli Vanilli singles — "Baby Don't Forget My Number," the ballad "Girl I'm Gonna Miss You," and the Diane Warren-penned "Blame It on the Rain" — all hit number one. Despite near-universal critical distaste (Farian's productions often recycled the same sounds and drum tracks), Girl You Know It's True sold an astounding seven million copies in the U.S. alone; internationally, Milli Vanilli sold approximately 30 million singles. In December 1989, as the fifth single "All or Nothing" was climbing the charts on its way to the Top Five, rapper Charles Shaw revealed to a New York reporter that Pilatus and Morvan had not actually sung any vocals on the album. Shaw quickly retracted his statements (apparently paid off by Farian to keep quiet), claiming that they were merely a PR stunt for his own album. Milli Vanilli was soon nominated for a Grammy award for Best New Artist, even though the rumors continued to swirl. And in early 1990, they won it, for the record beating out the Indigo Girls, Neneh Cherry, Soul II Soul, and Tone-Loc.

Success (or at least fame) was beginning to go to the duo's heads, particularly Pilatus, who was given to extreme mood swings and erratic behavior, and developed a cocaine problem. In an interview with Time magazine, Pilatus compared himself and Milli Vanilli favorably to Bob Dylan, Elvis Presley, Paul McCartney, and Mick Jagger, and was roundly ridiculed for his statements. Additionally, Pilatus and Morvan had been pressuring Farian to let them sing all the vocals on the next Milli Vanilli album. Exasperated with them, Farian exposed the whole scheme in November 1990 and the public was furious. Pilatus and Morvan were stripped of their Grammy (ironically, the committee had justified its vote by citing the duo's "visual impact"), and a class-action suit was filed against Arista Records, allowing anyone who believed they'd been defrauded into purchasing the group's records to apply for a rebate. Arista dropped the group and deleted Girl You Know It's True from their catalog, making it the biggest-selling album ever taken out of print.

In 1991, Farian attempted to re-form Milli Vanilli with the original session vocalists (including female backup singer Gina Mohammed), this time crediting them and billing them as the Real Milli Vanilli, while also adding a Pilatus/Morvan look-alike named Ray Horton. However, the resulting Moment of Truth album flopped. Pilatus, meanwhile, was unable to deal with the sudden fall from grace; after mixing alcohol and prescription drugs, he slashed one of his wrists in a Los Angeles hotel, then called police and reporters to the scene, where he had to be removed from the balcony he was threatening to jump off of. Attempting to prove that they really could sing if given the chance, Pilatus and Morvan regrouped in 1993 as Rob & Fab; however, with their credibility damaged beyond repair, their self-titled debut reportedly sold only 2,000 copies total, despite an appearance on The Arsenio Hall Show. Farian had also attempted yet another album, this time renaming his group Try 'N' B and retooling the lineup again to enhance its visual appeal (which meant discarding the original singers); however, Sexy Eyes also stiffed. From there, Pilatus hit rock bottom. Beginning in 1995, he was arrested for several separate incidents in Los Angeles involving assaults (including one man he attacked with a metal lamp base), vandalism, and attempting to break into a car. Convicted of four different misdemeanors, he was sentenced to several months in jail in 1996, and did the first of numerous stints in drug rehab centers for his cocaine addiction. Pilatus eventually returned to Germany; in April 1998, his body was found in a Frankfurt hotel room after he mixed a fatal combination of pills and alcohol. Morvan continues to pursue a solo career. — Steve Huey

 
bonjour tristesse é o título de um filme de 1958, filmado em cinemascope por um tipo chamado Otto Preminger. O argumento foi adaptado de um romance escrito por Françoise Sagan.

Preminger begins and ends the film with Cecile filmed in black and white in Paris reflecting in voice-over on her isolation and sadness

alguém sabe onde é que eu o posso encontrar?

 
é apenas a declaração da minha desistência. seja lá o que isso for.

bonjour
tristesse

Segunda-feira, Fevereiro 10, 2003
 
Sérgio, achei o teu post muito interessante. Eu gosto de cantar lá por casa, acho q até me podia aventurar numa banda, mas tb n acho fácil ultrapassar o embaraço q surge c essa exposição perante os outros. O Hélder e a Madalena ouviram-me a cantar Weezer no microfone da rádio sobre a própria música e depois dizeram-me q até gostavam d me ouvir cantar. Eu fiquei inchado e há muitos anos vou vivendo nesta esquizofrenia saudável q faz com q eu imite os mais diversos cantores (e cantoras quando visto as camisas de angora q a minha mãe guarda no armário) convencido d q o faço bem. Esta fantasia ganhou maiores dimensões quando levava cassetes gravadas por mim e as punha a tocar na rádio da escola de Mafra. Os meus amigos conseguiram apanhar um desses documentos obscuros e hoje é motivo de chacota quando alguém põe a cassete a tocar. Quem já viu o "Summer of Sam" pode encarar esta meu caso clínico como algo semelhante ao q se passa com o serial killer; acho q é o Simba q me dá instruções. Não canto, imito. O Ben Harper, o Ben Lee, o Billy Corgan, o Billy Joe, o Bob Dylan e ,ultimamente, o Beck. Muitos Bês não é? Alguém sabe de um Bom psicólogo?

And now...something completely different

3 apontamentos sortido sobre televisão:
* Agora que a pedofilia é o tema em voga, vale a pena recordar a frase emblemática de um qualquer "Casos de Polícia" de há uns anos: "Esse senhor...esse contínuo é um pésdófílico! Ouviu? Um pés-dó-fílico!!" E depois de acabar esta frase o senhor ajeitou a boina.
* Existem três palavras p definir essa figura televisiva q é a Sarah Jessica Parker: Beautiful, Bitch and the BomB. Era só p acentuar a minha obsessão de hoje pela letra B e p dizer q a acho uma melhor linda.
* Momento televisivo do dia: Após concluir uma reportagem (na TVI) sobre o limite de álcool nas estradas o jornalista finalizou com a frase:"Se beber, não conduza". Agora a curiosidade: No preciso momento em q o repórter dizia estas palavras, um enorme camião com uma publicidade ao vinho "Portas da Ravessa" era filmado em 2º plano a passar na estrada. Imagens subliminares ou product placement?Delicioso...

 
hum... er.. mmm...

pois

formar uma banda não é uma cisa fácil. pelo menos para mim. em primeiro é preciso a conciliação, nem sempre fácil, das vontades, das disponibilidades, das inspirações, de mais do que uma pessoa, de mais do que duas pessoas. e toda gente sabe, que para as relações doutro nível, um é pouco, dois é bom e três é um multidão. para as bandas as coisas nem sequer são assim tão fáceis de equacionar. porque três pode ser muito, ou pouco. não há livros de bolso que nos digam, consoante os taços de personalidade, signo e ascendente, qual o numero de elementos que a nossa banda deverá ter para funcionar - pelo menos funcionar - às mil maravilhas.
e depois, há outro problema que não é bem o mesmo mas acaba por ter a ver.
tocar um instrumento é um acto de exposição da privacidade. a forma de tocar de cada um pode demostrar caracteristicas emocionais que não se quer mostrar a qualquer um. por isso, quando entro num estúdio ou numa garagem para tocar com outras pessoas acabo por nunca me sentir tão à vontade como quando estou a tocar no meu quarto. é demasiado fácil, quando estou numa sala pequena e fechada, perguntar-me a mim próprio "o que é que eu estou aqui a fazer com estes estranhos?"
tocar em grupo implica uma partilha de intimidade. e é sabido que a intimidade é um processo longo e, em grande parte dos casos, interromido por divergencias várias e consquente quebra da confiança.
não toco muito bem. é um problema real, que na realidade assumo como uma virtude. porque não prezo nem admiro o virtuosismo. eu e muito boa gente. mas a verdade é que nem eu nem (acho) que ninguém se importaria de tocar melhor do que toca. enquanto se preza as virtudes do desvirtuosismo, pratica-se para tocar melhor. porque é sempre um pouco embaraçoso tocar com alguém que é melhor que nós. o pedro malta um vez disse,meio na brincadeira, e num contexto completamente diferente, que a guitarra era como um extenção fálica. é mais ou menos isso. e daí a exposição da privacidade.
é um bocado como o tamanho do pénis =) afinal, diz-se que não interessa. mas o que é certo é que os que o têm mais pequeno têm mais motivos para se preocupar.
e é assim, ninguém quer mostrar o pénis pequeno a toda a gente. falando agora metaforicamente.
é isso, fazer música numa sala pequena, quente e fechada, pressupõe confiança e partilha de intimidade. e isso não é fácil. acho que no fundo era só isto que eu queria dizer com tudo isto que atrás disse.

Domingo, Fevereiro 09, 2003
 
Caros amigos e amigos, camaradas sedentos por cinema, há pouco tempo, enquanto escutava música, fiquei em êxtase de entusiasmo após ter lido um artigo na revista “Premiere” deste mês. O pequeno texto sugeria a construção de um site de internet como a melhor forma de se iniciar funções na crítica de cinema. A minha pobre cabecinha encheu-se de ideias e vontade em investir algum tempo e dedicação neste projecto (que, por enquanto, não é mais do que um embrião). Para que a coisa ganhe força preciso da vossa colaboração, ideias e dicas em Front Page. Vou tentar criar uma página com um aspecto competente, compilar e rever algumas das coisas que já tenho escritas e ,se tudo correr bem, procurar server que dê abrigo a este domínio (Geocities?). A minha ambição é criar um espaço onde possamos trocar ideias e, quem sabe, usá-las como uma opção alternativa a uma minoria que procure informação na área do cinema. Desde já aguardo os vossos contributos por e-mail ou comentários ao pequeno esboço que apresento em baixo. Obrigado pela atenção e cumprimentos deste vosso amigo

Nome para o site:
- Morte ao Val Kilmer (demasiado sádico?)
- Royale with cheese
- ABCinema (é um nome tão infantil como apelativo, mas já deve existir)

Sugestões?

Secções a desenvolver no site:

- Notícias (É obrigatório. Pensei em fazer umas traduções livres (mesmo muito livres) das notícias mais sonantes que vão aparecendo no Imdb. Plágio? Não. Escrita criativa. Se o Diogo Morgado o fez, eu também posso)

- Críticas ( A secção que servirá de base ao site, com prestações de todos e com maior destaque para o que vai estreando em sala, mas com uma secção de arquivo para tudo o que faz parte do passado.)

- DVD (Pequeno espaço para avaliar os títulos. Com arquivo e tudo)

- Rosas e tomates ( Espaço dividido entre aqueles que merecem a nossa devoção e aqueles que merecem um cagalhão. Com pequenos ensaios e crónicas sobre figuras tão interessante como Charles Bronson ou o Chuck Norris. Eu começo por arrasar com o Jean Claude Van Damme e já me estou a lembrar de alguém que pode fazer o mesmo com o universo dos tele-filmes . Não é Ana?)

- Gaffes & Calinadas ( Orientado para a exposição das piores gaffes em filmes e traduções hilariantes. Eu sei que isto já está muito batido, mas pode ser um atractivo. E podia até ser eleita a melhor gaffe uma vez por mês )

- Cult Corner (O nome já é conhecido por todos. O espaço seria dedicado a todos os fenómenos de culto que mereçam ser invocados e os textos teriam, como complemento, breves comentários sobre a experiência que é assistir a determinado filme pela primeira vez)

- Destaques do mês (Uma selecção dos destaques dos canais televisos, Cinemateca e estreias)

Quanto ao design e grafismos, não sei até que ponto posso ir, tendo em conta os direitos de autor e essas chatices. Mas gostava de criar pequenas imagens, em formato de ícone, que invocassem clássicos do cinema. Sei que tudo isto pode parecer utópico e trabalhoso, mas estou disposto a arriscar. Aguardo feed-back.

Sábado, Fevereiro 08, 2003
 
devil's tools not devils nor nail. everyone loving feels unnamed fears. call them hummingbirds, cause the real words no one can say... hey hey hey... it´s not why i'm here, it's who i'm with. from baby's breath to the angel of death,

I SEEK THE LOVE THAT NEVER FAILS

 
HOW ARE YOU?

Estou-me nas tintas.

Vodafone Live

 
há coisas que nunca mudam. o que nem é propriamente bom, nem propriamente mau.
é assim e pronto.

é que nem tudo são frutas, na republica das bananas.

e prometo que nunca mais volto ao assunto. aqui, no blog.

 
Miguel: já leste alguma cena acerca do "Punch Drunk Love"?
O meu entusiasmo por tudo o que faz o Paul Thomas Anderson é uma coisa assim muito irracional, muito pouco séria, tipo aquilo que denuncia a minha verdadeira natureza (uma certa tendência para o melodrama, para a emotividade brutal, para a aceitação passiva de uma certa manipulação dos sentimentos mais primários, quando ando a aprender a ser de outra maneira - já tenho os livros certos e tudo, eheheheh) . Ao que interessa...
Aquilo promete: chama-se "embriagado de amor" na tradução portuguesa (porque é que isto não me surpreende?); é um misto de musical com comédia romântica; envolve qualquer coisa relacionada com "12 mil cupões de embalagens de pudim instantâneo"; tem a canção da Olívia Palito do Popeye na "treila"; tem o Adam Sandler (que me faz pensar se vou ter de deixar de o odiar, é que já me custou tanto deixar de odiar o Jim Carrey depois do Thruman Show, enfim era tão fácil odiá-los) ; e a Emily watson (outro caso bicudo, uma actriz daquelas, a Julianne Moore devia estar ocupada e é tão fácil adorá-la, não é? demasiado fácil ...).
Ele esteve em Portugal e deu uma conferência de imprensa curtinha que eu vi na net e falou do filme e disse que decidiu fazer este filme assim diferente porque já estava farto de fazer filmes sérios com pessoas com cancro e que por isso tinha decidido fazer isto "just a sweet, sweet, sweet picture". E pronto. Estreia a catorze de Março e eu à espera, à espera, já à (des)espera, e a pensar será que é desta que eu aprendo, será que passa com a idade, será que é desta que ele falha, será que é desta que eu não me comovo e nisto dou por mim a salivar à espera do 14 de Março.
E no fundo, no fundo já sei como vai ser... Vou levar outra "tareia" assim que me sentar naquela cadeira e as luzes se apagarem .

 
Hmm, por partes... A primeira não percebo, parabéns ;-)
A segunda: Pixies, Bowie. A canção é brilhante. Pensava que era "blood your hands", tipo verbo no imperativo...
Finalmente, San Sebastian... Do festival de Cinema ou da cidade? O que tu não gostas? Passei por lá uma vez e a cidade é bonita. O festival, assim de cor nem sei bem.

(Ya Miguel, isto sou eu a meter-me contigo, a responder ao teu post difícil de entender ;-) isso do Figo e da Urina, confesso, ganhaste :D)

Sexta-feira, Fevereiro 07, 2003
 
F
I
Go D URINA

"Bloody your hands on a cactus tree"

Não gosto de San Sebastian

(Ya, isto é a minha resposta infantil aos posts complicados de entender. ;D)

 

Paranóico = Hiper-interpretativo

Quinta-feira, Fevereiro 06, 2003
 
Sobre as pessoas doentes, cai o peso da pressão da cura. Também eu, quando vejo alguém doente, digo: «Vai ao médico, cuida de ti, cura-te.»

A pressão da cura.

Já fui mais inteligente, as minhas capacidades mentais já foram mais apuradas, a minha memória nunca foi grande coisa mas também já conheceu melhores dias.

A pressão da cura.

 
o cinema americano detesta a singularidade

Segunda-feira, Fevereiro 03, 2003
 
Isto dos posts seguidos foi pura coincidência, uma sintonia qualquer entre mim e o Miguel. Em qualquer lugar do mundo, estão a esta hora a chover sapos ;-)

 
Era do contra. Não era contra um regime, contra um valor... Ele era um contra tudo.

Ok, que ele era do contra já toda a gente sabia. Mas que ele "era" não deixa de ser um choque. Pequeno, mas um choque. Hoje morreu João César Monteiro, aos 64 anos, vítima de algo tão genérico como uma "doença prolongada". Eu fiz em tempos com a Liliana, um trabalho sobre ele e sobre o polémico caso da sua "Branca de Neve" = Obra ao negro e mais do que a grandiosidade ou genialidade do seu cinema descobrimos a imensidão da sua arrogância mas também do seu sentido de humor.
Uma vez ouvi a história de um rapaz italiano que tinha vindo viver para Lisboa porque se apaixonou pela cidade das "Recordações da Casa Amarela". Uma vez estive no cinema de porta aberta a ver um filme com 90% do tempo do ecrã a negro. Uma vez eu vi a crítica cinematográfica portuguesa e as mais bem pensantes mentes do jardim à beira mar plantado a passarem as estopinhas para conseguirem justificar mais uma birra cósmica do enfant térrible Monteiro. Mais do que uma vez se lhe chamou louco e se disse do seu trabalho que era sobrevalorizado. Nunca se pensou que a genialidade pudesse ser esse bocadinho a mais de insanidade, esse bocadinho mais de corrosão do seu humor. Nunca se pensou que ele tivesse guardado o melhor dos seus truques e deixar-nos assim entre o enraivecido e o estupefacto, surpreendidos mais uma vez por aquele de quem se pensava poder já esperar tudo. E a mim admito, deixou-me mais uma vez desconcertada.Tinha 64 anos e parecia ter mais truques na manga.
Portugal é por excelência o país dos génios póstumos (e das homenagens a esses génios consequentemente póstumas) e eu, fiel à minha natureza, venho manifestar o tão publicamente quanto está ao meu alcance, a minha tristeza e respeito pelo homem que um dia mandou os juris do ICAM, a crítica e o povo português "foder" só porque lhe apeteceu dizer isso.

Ele não era uma pessoa fácil, nem para os seus amigos...

Segundo o Grilo ele era o mais genial dos cineastas portugueses. Dizia ele que "o César" era o único realizador português capaz de fazer um filme só com um copo e uma laranja.
O César morreu hoje e nunca vai poder provar isso.

 
Ana, é impressão minha ou aquilo do Deleuze é complicado?

 
O Pedro Sena Nunes pediu-nos pra nós lhe fazermos uma avaliação por escrito dos filmes dele.... eu acho q não vou fazer.... ser indelicada e usar vocabulário grosseiro não faz o meu estilo.

 
D
E
L
E
U
Z
E


a partir deste momento, somos um blog melhor! ahahahah...

 
É aqui que podemos ver as semelhanças e as diferenças com Hitchcock. A Nouvelle Vague pode ser vista mais como hitchcocko-marxista do que como hitchcocko-hawksiana. Tal como Hitchcock, o objectivo era chegar às imagens mentais (terceiridade), mas enquanto ele tentava prolongar e alcançar o sistema tradicional percepção-acção-afeição, a nouvelle vague separava a percepção do seu prolongamento-motor, a acção do fio que a unia á situação e a afeição da pertença às personagens. A nova imagem é portanto uma mutação do cinema e não uma conquista do cinema.

Enfim... Achei que iam gostar de saber...

Domingo, Fevereiro 02, 2003
 
Excertos retirados de www.weezer.com:
(...)As most know by now, Space Shuttle Columbia on mission STS-107 broke up while descending to Earth for its landing yesterday, killing all 7 astronauts on board. While everyone grieves for their families and mourns the tragic loss, the weezer community also feels the particular loss of the pilot, Commander Willie McCool. As reported on 1/15, Willie was a huge music and weezer fan, and brought his trusty blue album on the flight not only to listen to(...)
(...)when launch date approached, he sent an invitation to the band to attend the launch (...)

 
O "Duarte & Ca." arrasou. Lembro-me deste ser um dos meus episódios favoritos. Para quando a edição luxuosa em DVD?

 
Um maoista reconvertido dá sempre um social democrata muito pouco polido.

Carlos Carvalhas

Sábado, Fevereiro 01, 2003
 
«Modifique seu modo de pensar, para que a sua saude se firme e estabeleça.
Páre de queixar-se de doenças!
A doença é aumentada pela nossa emissão mental negativa.
Expulse a enfermidade, confiando em sua cura!
Você pode curar-se!
Você está ,elhorando cada dia mais, sob todos os pontos de vista.»


Minutos de Sabedoria

 
Hoje voltei a escutar o "Pinkerton" dos Weezer após 32 dias sem lhe pôr as mãos em cima. Quem me conhece ou quem conhece o álbum sabe o q isso significa...

O nosso Blog está solidário com o Carlos Cruz?

 
(Para ser lido ao som de tambores e trombetas climáticas ou out-takes da banda-sonora do "Terminator 2")

Pois é, caros telespectadores! Já tenho parte do mais recente album de Cat Power e eu, sim eu, posso dizer que a indústria musical mete nojo! Nooooojo! Ouviram bem...Ao escutar a doce voz da menina Chan Marshall, que solta pequenas palavrinhas que aprendeu na escola, percebi como é prejudicial para o público ouvir esse lixo q nos chega por bandas comos os Nickelback ou Saliva. Esses senhores de barba longa e com histórias d pais bêbados deviam vir ao meu programa expor as suas mágoas ou então...ou então eu terei toda a coragem para lhes apontar o dedo e dizer q metem nojo. Em todo caso estou disposto a deslocar-me a New York para beber um bom cappucino, num qualquer Starbucks, com um desses senhores. Falar d forma saudável e tentar perceber pq escrevem música tão tinhosa! Sim! Tinhosa e nojenta! Enquanto isso podem pegar no álbum deste ambicioso projecto independente e tentar perceber porque é que a maioria dos consumidores são uma "cambada" de bocas abertas prontas para enfardar com o resto do lixo musical! Ruminantes! Uns ruminantes, caros senhores...Estou cansado de "merdosos" a fingirem uma angústia que nunca sentiram e a usarem a artificial MTV como montra para isso. Q tristes figuras...Vamos fazer uma breve interrupção para intervalo. Intervalo pequenino, deste tamanhinho...Porque eu volto, sim eu volto...

 
Sometimes it's hard to love someone
Till the day that they are gone


Powered by Blogger